São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Chapas proporcionais em Brasília reúnem nomes conhecidos sem garantia de eleição

Mobiliza e Democrata têm candidatos com histórico eleitoral, mas dependem de alcançar o quociente para conquistar cadeiras.

Chapas proporcionais em Brasília reúnem nomes conhecidos sem garantia de eleição

O Democrata, antigo Partido da Mulher Brasileira, disputa as eleições proporcionais com o distrital Jorge Viana, que tem um nicho eleitoral consolidado, mas enfrenta dificuldade para formar uma chapa capaz de alcançar o quociente eleitoral. A legenda também conta com o ex-deputado federal Luís Miranda e com o Guarda Jânio, descrito como um suplente recorrente.

A situação se repete em ao menos quatro partidos que encerraram a formação das chapas. As legendas reúnem candidatos já testados nas urnas, mas sem segurança de atingir a votação necessária para eleger representantes.

No Mobiliza, antigo PMN, ex-distritais fizeram um acordo para evitar a presença de candidatos com votação elevada. A estratégia busca impedir que nomes mais competitivos concentrem votos e deixem os demais concorrentes apenas na condição de suplentes.

A chapa reúne Raad Massouh, Tabanez, Reginaldo Sardinha e Crícia Cantora de Pentecostes, antiga suplente. Embora tenham potencial eleitoral, nenhum deles tem garantia de alcançar o quociente. Sem atingir esse patamar, o partido não elege ninguém.

Existem ainda mais três partidos com o mesmo problema, de acordo com o cenário descrito para a disputa brasiliense.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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