José Roberto Arruda prometeu reduzir de 27 mil para, no máximo, 12 mil o número de funcionários comissionados caso seja eleito. Também propôs alterar o modelo de pagamento das empresas de ônibus, que atualmente recebem por quilômetro rodado, para um sistema baseado na quantidade de passageiros transportados.
Em entrevista ao SBT nesta segunda-feira, 14, o ex-governador afirmou que sua candidatura não tem alternativa e que os processos contra ele já foram encerrados. Arruda disse que a Justiça Eleitoral registrou sua candidatura e que ela está de acordo com a legislação. “Eu estou no jogo”, declarou.
A argumentação do candidato também se apoia em uma decisão tomada há três dias pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo Arruda, o entendimento considerou constitucional a lei complementar aprovada pelo Congresso que combate as chamadas penas “eternas”.
Arruda reconheceu a queda nas pesquisas. Atribuiu o recuo à divulgação de informações sobre uma suposta inelegibilidade, ao uso da máquina pública pelos adversários e ao maior tempo de televisão deles. Ele já apresentou recurso ao Tribunal Superior Eleitoral e disse acreditar que voltará a crescer depois da questão da elegibilidade.
Para um eventual segundo turno, Arruda afirmou que receberá os votos dos candidatos que forem eliminados. “Essa frente ampla já existe nas ruas”, disse.








