A Starian, unidade de software B2B para o setor privado criada a partir do spinoff da Softplan, suspendeu novas fusões e aquisições ao longo de 2026. A empresa pretende concentrar a operação na verticalização e no crescimento orgânico de seu portfólio de software como serviço voltado a empresas.
A meta é alcançar receita líquida anualizada de R$ 750 milhões até o final deste ano. Com a pausa nas compras, os recursos operacionais serão direcionados à consolidação da plataforma e à obtenção de ganhos de eficiência interna.
Critérios para futuras aquisições
A Starian também elevou os requisitos para eventuais aquisições. A companhia informou que passará a considerar apenas ativos com receita recorrente anual superior a R$ 50 milhões, margem EBITDA acima de 25% e taxa de crescimento anual superior a 20%.
A empresa registra atualmente crescimento orgânico de 23% e mantém uma carteira de 25 mil clientes corporativos. A estratégia prevê ampliar a oferta de soluções dentro da própria base, ao mesmo tempo em que a companhia concentra esforços na consolidação interna.
A decisão ocorre enquanto a Starian acompanha as projeções para o mercado de software B2B SaaS no Brasil no encerramento do exercício de 2026. A suspensão, portanto, mantém o foco da organização na expansão do portfólio existente, na disciplina de capital e na rentabilidade, sem novas compras previstas para este período.








