São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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iPhone 18 Pro Max terá modem da Qualcomm nos Estados Unidos

Modelo usa o modem C2 da Apple no mercado global, mas mantém componente da Qualcomm nas unidades vendidas nos EUA.

iPhone 18 Pro Max terá modem da Qualcomm nos Estados Unidos
Foto: Reprodução/Apple

A Apple adotou uma configuração diferente para o iPhone 18 Pro Max vendido nos Estados Unidos. Enquanto o aparelho utiliza o modem C2, desenvolvido pela própria companhia, em outros mercados, as unidades americanas são equipadas com um componente da Qualcomm.

O C2 está presente no iPhone 18 Pro em todos os mercados. Já no iPhone 18 Pro Max, a divisão ocorre apenas nos Estados Unidos: fora do país, o modelo usa o modem próprio da Apple; no mercado americano, recorre ao componente da Qualcomm.

A diferença foi identificada por usuários durante a análise do código-fonte do iOS 27. Os dados do sistema indicam que o modem usado nos aparelhos americanos é possivelmente o Snapdragon X85. A Apple não informou o motivo da escolha.

Uma possibilidade é a existência de acordos comerciais assinados com a Qualcomm em 2023. Esses contratos previam, na época, o fornecimento de componentes até 2026. A relação entre os acordos e a configuração do iPhone 18 Pro Max, porém, não foi confirmada pela Apple.

Evolução do modem C2

O C2 é a terceira geração do modem de conectividade da Apple. Ele sucede o C1, usado no iPhone 16e, e o C1X, presente no iPhone Air.

Entre as principais diferenças em relação aos antecessores está o suporte às redes 5G mmWave nos Estados Unidos. A tecnologia já era oferecida pela Qualcomm desde o iPhone 12. Segundo a Apple, o C2 também alcança taxas de upload mais altas que o C1X e consome 15% menos energia.

O modem está presente ainda no iPhone Duo, aparelho dobrável da empresa, em todas as versões comercializadas no mundo. Testes de desempenho previstos para as próximas semanas devem comparar a eficiência do C2 com a do componente da Qualcomm.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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